Prorrogada Campanha de Vacinação Contra Febre Aftosa no Maranhão.

Nesta quarta – feira (28), a Agência Estadual de Defesa Agropecuária (AGED/MA), através de sua central em São Luís, publicou a Portaria nº 814 de 28 de novembro de 2018 que prorroga data final para o término da II etapa de Vacinação contra a Febre Aftosa (novembro de 2018), em todo o Estado do Maranhão.

A portaria 814 de 28 de novembro de 2018 RESOLVE:

Art 1º Prorrogar para o dia 10 de dezembro de 2018 o término da II etapa de Vacinação contra a Febre Aftosa no Estado do Maranhão.

Art 2º Definir o dia 21 de dezembro de 2018, como data final da comprovação da vacinação nas ULSAV (Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal) e EAC (Escritório de Atendimento à Comunidade), onde o produtor possui sua propriedade/rebanho cadastrado.

Art 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Nos 13 municípios que compõem a Unidade Regional de Balsas a meta é vacinar aproximadamente 225.00 bovinos em idade entre 0 a 24 meses que corresponde a 37% do total. A cidade de Riachão da Unidade Regional de Balsas concentra o maior efetivo dentre os municípios e a cidade de Carolina vem em segundo lugar. 

“Lembrando que por recomendação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a estratégia de vacinação contra a febre aftosa no Maranhão foi alterada. A orientação é que nessa segunda etapa, agora  em novembro, sejam vacinados somente os animais com idade entre 0 e 24 meses. Só que todos os criadores deverão comparecer na Aged para apresentar a “nota do gado” e informar seus rebanhos, mesmo quem só tiver gado adulto”. Explica, Eugênio Pires – Chefe da Aged, Regional de Balsas.

Livre de febre aftosa e sem vacinação
O Maranhão faz parte de um grupo de Estados que terá a vacinação suspensa em 2020. Após a suspensão da vacinação, ocorrerá uma vigilância soro epidemiológica por um período de 12 meses. Terminado esse processo o Ministério da Agricultura faz o reconhecimento do bloco como livre da aftosa sem vacinação.

Em seguida encaminha-se o pleito de reconhecimento junto a Organização Mundial de Saúde Animal. A expectativa é que se obtenha o status de livre sem vacinação com reconhecimento internacional em maio de 2023.