Campanha de Vacinação Contra Febre Aftosa Alcança 98,60% na Regional de Balsas.

Imagem (Crédito Eugênio Pacelli).

Na manhã desta segunda-feira (15), a Agência Estadual de Defesa Agropecuária (AGED/MA), através da Unidade Regional de Balsas, divulgou o resultado oficial da II etapa (novembro de 2017) da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa que alcançou o índice de 98.60%. O Estado do Maranhão alcançou um índice de cobertura vacinal de 98,03%.

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13 municípios compõem a Unidade Regional de Balsas e juntos possuem um rebanho de 690.502 bovinos, sendo destes 258.155 envolvidos na II etapa e foram vacinados e comprovados 254.531 o que corresponde a 98,60%. A cidade de Riachão da Unidade Regional de Balsas concentra o maior efetivo dentre os municípios, com 113.051 bovídeos existentes e a cidade de Carolina vem em segundo lugar com 109.890 bovídeos.

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“Lembrando que por recomendação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a estratégia de vacinação contra a febre aftosa no Maranhão foi alterada no começo do ano passado. A orientação foi que na I etapa de maio todo o rebanho bovino e bubalino, estimado em 7,6 milhões de cabeças, fosse imunizado, independentemente da faixa etária. E que na segunda etapa, em novembro, sejam vacinados somente os animais com idade entre 0 e 24 meses. Esses resultados obtidos em nossa regional de Balsas comprovam que os pecuaristas de nossa região estão comprometidos em erradicar a Febre Aftosa e mantém os planos do MAPA para pleitearmos a Zona Livre SEM Vacinação em 2020″. Explica, Eugênio Pires – Chefe da Aged, Regional de Balsas.

Livre de febre aftosa e sem vacinação O Maranhão faz parte de um grupo de Estados que terá a vacinação suspensa em 2020. Após a suspensão da vacinação, ocorrerá uma vigilância soro epidemiológica por um período de 12 meses. Terminado esse processo o Ministério da Agricultura faz o reconhecimento do bloco como livre da aftosa sem vacinação.

Em seguida encaminha-se o pleito de reconhecimento junto a Organização Mundial de

Saúde Animal. A expectativa é que se obtenha o status de livre sem vacinação com reconhecimento internacional em maio de 2023.

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